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sexta-feira, 3 de abril de 2020

Bem vindos! BLOG EM FASE DE EXPERIÊNCIA

Sejam berm vindos

INGLES Atividades Suplementares Cidinha Liberato


CEJA Prof. Moreira Campos - Cidinha Liberato
Ativ. Suplementar – 8o. Ano – Unidades 3,4,5


1. Relacione as colunas e aprenda datas comemorativas em inglês.

(1) Easter
(2) New year day
(3) Christmas
(4) Halloween
(5) Independence day
(6) Mother's day
(7) Father's day
(8) Saint Valintine's day

( ) Dia dos pais
( ) Dia das mães
( ) Ano Novo
( ) Natal
( ) Páscoa
( ) Dia das bruxas
( ) Dia da Independência
( ) Dia de São valentim

2. Agora relacione cada data comemorativa à data em que é comemorada.

(1) January,01
(2) July,04
(3) October, 31
(4) May, ( second Sunday)
(5) AUGUST ( Second Sunday)
(6) MARCH
(7) February, 14
(8) December, 25

( ) Easter
( ) New year day
( ) Christmas
( ) Halloween
( ) Independence day (USA)
( ) Mother's day
( ) Father's day
( ) Saint Valintine's day

3. Responda em inglês.

a) When is Independence Day in Brazil? _____________________________________________
b) When is Carnival in Brazil? ______________________________________________________
c) Where were you born ? _________________________________________________________
d) When were you born? __________________________________________________________

4. Complete o diálogo usando as palavras do quadro abaixo.

HEADACHE STOMACHACHE TOOTHACHE DOCTOR DENTIST
What is the matter with you ?
I have _______________ and a _____________________________.
What is your advice to me ?
You should go to the _____________________________________








CEJA Prof. Moreira Campos
Ativ. Suplementar – 8o. Ano – Unidades 3,4,5


1. Relacione as colunas e aprenda datas comemorativas em inglês.

(1) Easter
(2) New year day
(3) Christmas
(4) Halloween
(5) Independence day
(6) Mother's day
(7) Father's day
(8) Saint Valintine's day

( ) Dia dos pais
( ) Dia das mães
( ) Ano Novo
( ) Natal
( ) Páscoa
( ) Dia das bruxas
( ) Dia da Independência
( ) Dia de São valentim

2. Agora relacione cada data comemorativa à data em que é comemorada.

(1) January,01
(2) July,04
(3) October, 31
(4) May, ( second Sunday)
(5) AUGUST ( Second Sunday)
(6) MARCH
(7) February, 14
(8) December, 25

( ) Easter
( ) New year day
( ) Christmas
( ) Halloween
( ) Independence day (USA)
( ) Mother's day
( ) Father's day
( ) Saint Valintine's day

3. Responda em inglês.

a) When is Independence Day in Brazil? _____________________________________________
b) When is Carnival in Brazil? ______________________________________________________
c) Where were you born ? _________________________________________________________
d) When were you born? __________________________________________________________

4. Complete o diálogo usando as palavras do quadro abaixo.

HEADACHE STOMACHACHE TOOTHACHE DOCTOR DENTIST
What is the matter with you ?
I have _______________ and a _____________________________.
What is your advice to me ?
You should go to the _____________________________________




CEJA Prof. Moreira Campos Atividades suplementares -6o. Ano – Unidades 3,4 e 5

1.Encontre os femininos dos substantivos listados abaixo , relacionando as colunas.
(1) FATHER
(2) SON
(3) HUSBAND
(4) BROTHER

( ) SISTER
( ) WIFE
( ) DAUGHTER
( ) MOTHER

2. Hoje é o aniversário de Roberta. Sua idade é a metade da idade do seu pai, o Sr. Pedro. Sua mãe , Tereza, é dezenove anos mais velha que a filha. Pedro tem 42 anos. Sabendo disso responda as questõe abaixo em inglês.

a) How old is Roberta? __________________________________________________________
b) How old is Pedro, Roberta's father?_______________________________________________
c) How old is Tereza, Roberta's mother? _____________________________________________
d) Somente o mais velho da família pegou o CORO vírus . Quem foi ?

3. Marque somente os itens corretos de acordo com o texto acima.

a) Today is Tereza's birthday. ( )
b) Today is Roberta's birthday. ( )
c) Today is Pedro's birthday. ( )

d) Pedro is forty-two years old. ( )
e) Tereza is forty-one years old. ( )
f) Roberta is twenty- two years old. ( )

3. Resolva as operações e escreva os resultados em inglês.

a) Seven + Eight = _____________
b) Nine – four = ________________
c) Three + Two = _______________
d) Seven – one = _______________
e) Ten+ six = __________________
f) Eleven + five = ______________
g) twenty- twelve= _____________

4. Complete a tabela abaixo com as formas do imperativo afirmativo e negativo dos verbos listados. Siga o modelo.

Infinitivo
Imperativo Afirmativo
Imperativo Negativo
To disturb - perturbar
Disturb - Perturbe
Don't disturb
To open - abrir


To walk- andar


To stop - parar




5. Estude o vocabulário e as informações seguintes sobre DEMONSTRATIVES paara respoder corretamente a questão.
Vocabulário:
NEAR = perto FAR = longe THIS = este , esta, , isto THAT= aquele, aquela, aquilo THERE = lá HERE= aqui

Complete com THIS _ THAT _ THESE or THOSE

a) ___________ cats are near. ( Estes gatos estão perto)
b) ___________ girls are there. ( Aquelas garotas estão ali)
c) ____________ chair is here. ( Esta cadeira está aqui)
d) ____________ trees are far. ( Aquelas árvores estão distantes)




Atividade Ingles - COVID19 por Cidinha Liberato

CEJA Professor Moreira Campos
Atividade de Compreensão Textual para o Ensino Médio
Test how much you know about the vírus ( COVID-19).
Teste o quanto você sabe sobre o vírus ( COVID-19)


Glossário:
Disease = doença
Coughing =tossindo (tosse)
Sneezing =espirrando (espirro)
Avoid = evitar


 Choose the correct answer. At the end of the test , you will find the answers.
Escolha a resposta correta. No Final do teste, você encontrará as respostas.
1.How is the coronavirus disease (COVID-19) transmitted?

(   ) Respiratory droplets through coughing and sneezing
(   ) Touching surfaces contaminated with the virus and then touching your face.
(   ) Both are correct.
 
2.Can I catch the coronavirus disease (COVID-19) from my pet?
(   ) Yes, I can.        (     ) Sometimes                       (      )  No, I can´t.
3.What are the best ways to protect yourself from catching the coronavirus disease (COVID-19)?

(    ) Wash hands frequently using soap and water or an alcohol-based hand rub.
(    ) Avoid close contact with anyone who has cold or flu-like symptoms.
(    ) Avoid touching your face.
(    ) All of them.

 
4.Who does the coronavirus disease (COVID-19) affect?
(    ) Only older people   (    ) Children       (      ) Everyone
 5. What percentage alcohol in hand rubs and disinfectants is needed to kill the coronavirus disease (COVID-19)?
(    ) 40%        (    ) 50%        (     ) 60%

6. Is there a vaccine or a specific medicine to prevent or treat the coronavirus disease (COVID-19)?
(    ) Yes                                    (    ) No


ANSWERS:
1.Both. The virus is transmitted through direct contact with respiratory droplets of an infected person (through coughing and sneezing), and by touching surfaces contaminated with the virus and then touching your mouth, nose, eyes.
2.No. There is no evidence to date that pets such as cats and dogs can spread the virus that causes COVID-19.
3.All of them. And we should all help limit the spread of the disease by seeking medical care early if we have symptoms (fever, cough, shortness of breath). We should stay at home while we have symptoms, avoiding going to public places to prevent spreading to others. Cough or sneeze into our elbow or tissue, dispose of used tissues immediately and wash your hands right after.
4. Everyone. People of all ages can be infected by the virus and should take precautions to protect themselves, washing hands often with soap and water. Older people, and anyone with pre-existing medical conditions (such as asthma, diabetes, heart disease among others) appear to be more vulnerable to becoming severely ill with the virus.
6. Hand sanitizer or alcohol rub to clean surfaces should contain at least 60% alcohol to be effective.
6. No. There are not yet any vaccines or specific medicines that can prevent or cure the virus. Scientists are working on developing a vaccine. However, it’s important to remember that many of the symptoms of the coronavirus disease (COVID-19) can be treated and getting early care from a healthcare provider can improve outcomes. Most patients recover with supportive care.
                          Adapted from :https://www.unicef.org/coronavirus/covid-19.Acessed on April,02 2020.

SOCIOLOGIA - Professor Afonso Quintas


A pandemia e abordagem sociológica
O tamanho da fragilidade da sociedade brasileira diante do coronavírus é o tamanho da sua crise do trabalho.
Os momentos de crise sempre evidenciam as questões latentes nas sociedades, elevando ao absurdo nossos problemas e suas complexidades.
Em uma pandemia, não surpreende que uma dessas questões seja exatamente o trabalho: central em relação ao convívio humano e às construções sociais, é sobre o trabalho (e, consequentemente, sobre o não-trabalho) que pesam questões relevantes. O drama que vivemos faz pensar os limites da medida de saúde pública consistente no isolamento e na quarentena se, para grande parte dos trabalhadores, a possibilidade de preservar a saúde é um luxo não “concedido” pelos seus empregadores.
Em um mercado de trabalho forjado a partir de raízes escravocratas e que delas não se desprendeu, fazendo com que a tutela pública da regulação do trabalho alcance, com eficácia desigual e estratificada em termos de gênero e raça, diferentes grupos de trabalhadores, as notícias sobre empregadas domésticas não contaminadas servindo empregadores comprovadamente contaminados pode até nos aviltar, mas não surpreende.
A ausência de previsão legal para um fenômeno tão excepcional (e a recém editada Lei nº 13.979/2020 fala menos do que seria necessário sobre as relações de trabalho sob o coronavírus) permite que diversas interpretações e leituras do ordenamento jurídico sejam colocadas na mesa para administrar a situação, sendo muitas delas arbitrárias e pouco razoáveis.
De quem é a responsabilidade pelo não trabalho em face da suspeita de contaminação do próprio trabalhador ou de outro trabalhador no ambiente de trabalho? De quem é a responsabilidade e o ônus da ausência de prestação de serviços se o trabalhador efetivamente testa positivo para o coronavírus? Quem arca com a perda financeira do não trabalho quando esse decorre não da contaminação do trabalhador ou de alguém no seu ambiente de trabalho, mas de um familiar idoso ou criança que não pode ser deixado sozinho na quarentena?
As perguntas colocadas para o Direito do Trabalho nesse momento estão sendo respondidas a partir dos conceitos, valores e matrizes ideológicas que permeiam a nossa ordem jurídica. Não haveria dúvida em responder, a partir da Constituição de 1988, do teor do art. 2º da CLT e do que dizem os instrumentos internacionais de direitos humanos trabalhistas, que é o empregador quem arca com os riscos da atividade econômica ou que ao menos os administra antes que o Poder Público construa caminhos coletivos para o a solução da crise.
Entretanto, tanto quanto esse olhar, recairão sobre o Direito do Trabalho, nesse singular momento, os olhares daqueles que só a partir de 2013 (com a Emenda Constitucional nº 72/2013) pensaram no trabalho doméstico em condições de igualdade com relação aos demais trabalhadores e que se acomodam, confortavelmente, na matriz escravocrata do trabalho reprodutivo desempenhado pelas mesmas mulheres negras que outrora o faziam na escravidão.
Também recairão sobre o Direito do Trabalho os olhares daqueles que entendem que o grande vilão das nossa condição de dependência econômica e do nosso subdesenvolvimento é o trabalhador, que apenas se favorece da generosa criação de empregos por parte do sofrido empresariado e não assume riscos, nem mesmo o de ser manter vivo numa pandemia; por quem entende que o trabalho feminino é mais caro que o masculino por força da gravidez e da licença maternidade, ignorando todo o trabalho não pago exercido por mulheres em seus lares (na guerra, na convalescença, na normalidade e na crise) e o quanto isso as vulnerabiliza na economia do tempo, na rotatividade no trabalho e na progressão salarial.
O discurso neoliberal, que artificialmente quer ignorar as condições sociais impostas a cada grupo por suas trajetórias históricas e seus marcadores de classe, raça e gênero, atribuindo a quem vive do trabalho uma pesada responsabilidade de “bem-suceder” em uma sociedade desigual, vê sua própria racionalidade de calças curtas: não é possível sobreviver ao coronavírus individualmente; não é possível fazê-lo coletivamente sem compromisso forte do Estado; não é possível sacrificar os mais frágeis nem mesmo por cínica indiferença, porque a exposição dos vulneráveis é a exposição de toda a sociedade.
E o que nos resta, então, além de um reforço da atuação estatal em matéria de saúde pública? A viabilidade das medidas de prevenção à generalização do contágio se deita necessariamente numa tela pública de proteção social chamada emprego, justamente aquele tão combatido pelo discurso da reforma trabalhista, pelas “novas” tecnologias e plataformas de recrutamento do trabalho humano, pelo disseminado discurso do empreendedorismo.
É ele, o emprego, que permite que pessoas fiquem em casa, sendo remuneradas e fazendo uso da tecnologia para submeter-se à direção empresarial remotamente. É justamente ele que assegurará que os contaminados ou suspeitos de contaminação tenham faltas justificadas (com remuneração e repouso) para não replicar o contágio comunitariamente. É ele que vai assegurar eventual acesso ao sistema previdenciário, se os afastamentos pela doença se prolongarem para além de 15 dias.
E emprego protegido é exatamente o que falta ao Brasil. A taxa de informalidade atinge hoje 41% da população, entre os quais se incluem trabalhadores por conta própria, que, essencialmente, seja por força de relações empregatícias fraudulentas/disfarçadas, seja pelo fato de ganharem a vida por conta própria, encontram-se desamparados de qualquer vínculo jurídico que garanta seus afastamentos por razões sociais ou de saúde, não acessando, na grande maioria dos casos, sistemas de proteção social básicos como o FGTS e o INSS.
Eu me refiro aos vendedores ambulantes, “flanelinhas”, trabalhadoras domésticas diaristas, manicures, motoristas e entregadores de aplicativos, cujo rendimento diário depende do trabalho e cujas ausências ao serviço, justificadas ou injustificadas, representam imediato prejuízo financeiro. 25 milhões de brasileiros se encontram nessa condição. Alijados do Direito do Trabalho, o custo para que essas pessoas adiram a recomendações de saúde pública reputadas essenciais pelas autoridades é o seu próprio sustento e sobrevivência.
Estamos falando dos nossos “ganhadores”: pessoas, predominantemente negras, que persistiram, desde o pós-escravidão, engajadas no trabalho informal por meio da atividade de ganho, porque não foram absorvidas pelas formas juridicamente tuteladas de trabalho nem foram inseridas socialmente de forma satisfatória para que pudessem a elas se habilitar. Esse segmento estrutural do nosso mercado de trabalho tem sido estudado pela literatura recente, sobretudo pelos estudos raciais, não como figura acidental nos momentos de crise, mas como marcador central do nosso mercado de trabalho que, em momentos de crise e em função do discurso neoliberal, tende a crescer, “engolindo” fatias do mercado de trabalho formal.
Algumas campanhas nas redes sociais tem fomentado que aqueles que contratam habitualmente os serviços desses sujeitos, por solidariedade, realizem o pagamento e dispensem o trabalho (e por consequência), o deslocamento urbano dessas pessoas.
Também algumas plataformas de aplicativos digitais, voluntariamente, tem sugerido uma “assistência financeira” aos trabalhadores quem não reconhecem como empregados (!) durante os períodos de afastamento por acometimento do coronavírus, garantindo aos consumidores que esses serão forçadamente desligados da plataforma se contaminados…
As contradições da nossa sociedade desigual se evidenciam quando o que é um autocuidado fundamental e uma conduta comunitária imperativa em uma pandemia se revela para uns como direito, para outros como favor, para outros como risco à sua subsistência.
O tamanho da fragilidade da sociedade brasileira diante do coronavírus é o tamanho da sua crise do trabalho. A solidariedade sempre é bem vinda e apenas sua lógica insurgente poderá nos fazer atravessar esse cenário.
Entretanto, as vísceras expostas do nosso mercado de trabalho e do desfazimento de nossa estrutura de regulação pública trabalhista requerem que a radicalização dessa solidariedade nos conduza, para além de sobreviver a essa crise, a repensar e reivindicar novas políticas de promoção do trabalho digno e protegido face ao iminente colapso da economia brasileira. 
RENATA QUEIROZ DUTRA – professora da Universidade de Brasília.


Questões para o aluno responder a partir da reflexão do texto.
  1. Quem trabalha para conter a crise e como trabalha?
  2. Qual será a sorte da classe que vive do trabalho quando não pode trabalhar?
  3. Como equacionamos as demandas produtivas diante das restrições ao trabalho vivo?



quinta-feira, 2 de abril de 2020

CUIDAR DE MIM É CUIDAR DO MUNDO CUIDAR DO OUTRO É CUIDAR DE MIM






O AMOR - Poema de Vladimir Maiakovski (1893 - 1930)

O AMOR 

Um dia, quem sabe,
ela, que também gostava de bichos,
apareça
numa alameda do zoo,
sorridente,
tal como agora está
no retrato sobre a mesa.
Ela é tão bela,
que, por certo, hão de ressuscitá-la.
Vosso Trigésimo Século
ultrapassará o exame
de mil nadas,
que dilaceravam o coração.
Então,
de todo amor não terminado
seremos pagos
em inumeráveis noites de estrelas.
Ressuscita-me,
nem que seja só porque te esperava
como um poeta,
repelindo o absurdo quotidiano!
Ressuscita-me,
nem que seja só por isso!
Ressuscita-me!
Quero viver até o fim o que me cabe!
Para que o amor não seja mais escravo
de casamentos,
concupiscência,
salários.
Para que, maldizendo os leitos,
saltando dos coxins,
o amor se vá pelo universo inteiro.
Para que o dia,
que o sofrimento degrada,
não vos seja chorado, mendigado.
E que, ao primeiro apelo:
– Camaradas!
Atenta se volte a terra inteira.
Para viver
livre dos nichos das casas.
Para que doravante
a família seja
o pai,
pelo menos o Universo;
a mãe,
pelo menos a Terra.
                  Vladimir Maiakovski (1893 - 1930)
                    
Tradução de Haroldo de Campos


Imagem da área interna do CEJA


Atividade para o primeiro ano do ensino médio da disciplina de Inglês. - Professora Aparecida Liberato

Atividade para o primeiro ano do ensino médio  da disciplina de Inglês.   

   
                                                                       Convivemos ,cotidianamente ,com a língua inglesa e, muitas vezes, nem damos conta disso.  Estrangeirismo é o uso de palavra, expressão ou  estrangeira que tenha ou não equivalente na Lingua portuguesa. É o processo que introduz palavras vindas de outros idiomas em nossa  língua mãe . De acordo com o idioma de origem, as palavras recebem nomes específicos, de acordo com o país de origem,  tais como,  anglicismo do inglês ( rock) , galicismo do francês , abajur.                           Constatemos, lendo o texto a seguir. Transcreva do texto os estrangeirismos que você  encontrar.                                                                                                              O Office boy do escritório onde trabalho esbarrou na minha mesa desastradamente e derrubou vários objetos. Alguns se espatifaram no chão como um mouse e um spot light que ficaram inaproveitáveis; outros como um tablet e um smartphone tiveram danos reversíveis. No dia seguinte, fui de bike ao shopping center mais próximo, mas encontrei tudo fechado por conta do decreto que determinou quarentena social por causa da pandemia do covid19. Mandei uma mensagem por what zapp para um amigo que tem uma loja de produtos eletroeletrônicos e afins. Contei para ele o acontecido e ele me disse que também tinha serviço de conserto e poderia verificar meu celular e o tablet e que me enviaria  um orçamento. Comprei a ele e paguei com Credicard , pelo app da loja dele,  um mouse, um spot light e um pen drive novos e acertei que pagaria em cash o valor do delivery. Como estava em casa e  com fome,  resolvi fazer um lanche. Devorei um hambúrguer e uns mini chickens que eu preparei na minha airfryer e completei o meu brunch com um delicioso milk shake de chocolate. Continuei , obedientemente, em casa  para proteger a mim e a minha família  dos efeitos do devastador vírus.                
 ( TEXTO : Cida Liberato)

A vacinação e o sistema imunológico