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sexta-feira, 3 de abril de 2020

Língua Portuguesa - Professora: Valda Maia


Atividade de Língua Portuguesa
           Professora: Valda Maia
Ensino Fundamental – 6° ano-Capítulo 1e 2


Adedonha é uma brincadeira com vários formatos, o mais comum é adedonha no papel, pode brincar duas ou mais pessoas. Aproveite e brinque com sua família.
O objetivo da brincadeira é dar resposta por letra, funciona para testar os conhecimentos gerais e específicos, no raciocínio em buscas de memória, no preenchimento você pratica e desenvolve a escrita.

Material necessário: papel e caneta

Iremos fazer uma brincadeira de Adedonha, fazendo uma revisão das classes gramaticais (substantivo e adjetivo)









SUBSTANTIVOS PRÓPRIOS
SUBSTANTIVOS COMUNS

ADJETIVOS
PONTOS
LUGAR
PESSOA
OBJETO
ANIMAL
FRUTA
COR
CARACTERÍSTICAS





















































































































































































































CIÊNCIAS - PROFa: LINA

AULA DE CIÊNCIAS
PROFa: LINA

Dengue, zika, chikungunya e febre amarela: como se prevenir

O mosquito Aedes aegypti é o transmissor de dengue, zika, chikungunya
e febre amarela (ciclo urbano). Essas doenças infecciosas transmitidas por
insetos são chamadas de arboviroses.
Menor do que os mosquitos comuns, o Aedes aegypti é preto com listras brancas
no tronco, na cabeça e nas pernas. Suas asas são translúcidas e o ruído que
produz é praticamente inaudível ao ser humano. Põe seus ovos em recipientes
como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos
sob vasos de plantas ou qualquer outro objeto que possa armazenar água limpa,
como a da chuva, por exemplo, e pode procurar ainda criadouros naturais, como
bromélias, bambus e buracos em árvores.
É um mosquito urbano, embora tenha sido encontrado na zona rural, onde foram
levados em recipientes que continham ovos e larvas. Comuns em regiões de
clima tropical e subtropical.
Devido a essas características do mosquito, o controle dessas doenças é um
desafio de saúde pública. Por isso, todos temos que contribuir para evitar a
reprodução do Aedes aegypti.

Dengue
Aparição no Brasil: século 19
Principais sintomas: febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e
articulações, fraqueza, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele, às
vezes com coceira. Pode haver ainda perda de peso e vômito e, na forma grave,
dor abdominal e sangramento de mucosas
Transmissão: principalmente pela picada do mosquito Aedes aegypti,
mas há registros de transmissão vertical (gestante-bebê) e por transfusão de
sangue
Zika
Aparição no Brasil: 2015
Principais sintomas: dor de cabeça, febre baixa (ou ausente), dores leves
nas articulações, manchas vermelhas na pele com coceira intensa e vermelhidão

nos olhos. Eventualmente, também inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e
vômito
Transmissão: picada do mosquito Aedes aegypti, transmissão vertical
(gestante-bebê) e por transfusão de sangue
Chikungunya
Aparição no Brasil: 2014
Principais sintomas: febre alta e abrupta, dores intensas nas articulações
dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer ainda dor de
cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele, com coceira intensa
Transmissão: pela picada dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes
albopictus
Febre amarela
Aparição no Brasil: século 17
Principais sintomas: início súbito de febres, calafrios, dor de cabeça
intensa, dores nas costas, dores musculares, vômitos e fraqueza.
A doença tem importância epidemiológica por sua gravidade
clínica e potencial de disseminação.
Transmissão: pela picada dos mosquitos Aedes aegypti na área urbana e
dos mosquitos Haemagogus e Sabethes na área rural ou de florestas
Importante: existe uma vacina bastante segura e eficaz contra a febre
amarela distribuída gratuitamente nos postos de saúde. Em vários estados
brasileiros, essa vacina já faz parte do Calendário Nacional de
Vacinação. Aqui você encontra mais informações sobre quem pode se vacinar
A GRIPE CAUSADA PELO CORONAVÍRUS
A pandemia causada por coronavírus tem criado um alerta geral na
população.
Nas redes sociais, fake news aparecem aos montes e assustam os mais
desavisados. Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), em
conjunto com a Associação Médica Brasileira (AMB), elaborou um material para
responder as principais dúvidas sobre coronavírus.

O QUE SÃO CORONAVÍRUS?
Os coronavírus (CoV) compõem uma grande família de vírus, conhecidos
desde meados da década de 1960, que receberam esse nome devido às
espículas na sua superfície, que lembram uma coroa (do inglês crown). Podem
causar desde um resfriado comum até síndromes respiratórias graves, como a
síndrome respiratória aguda grave (SARS, do inglês Severe Acute Respiratory
Syndrome) e a síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS, do

inglês Middle East Respiratory Syndrome). Os vírus foram denominados SARS-
CoV e MERS-CoV, respectivamente.

O QUE É ESTE NOVO CORONAVÍRUS?

Trata-se de uma nova variante do coronavírus, denominada 2019-nCoV,
até então não identificada em humanos. Até o aparecimento do 2019-nCoV,
existiam apenas seis cepas conhecidas capazes de infectar humanos, incluindo
o SARS-CoV e MERS-CoV. Recomendamos evitar os termos “nova gripe
causada pelo coronavírus” porque gripe é uma infecção respiratória causada
pelo vírus influenza.

COMO ESTE NOVO CORONAVÍRUS FOI IDENTIFICADO?

O novo coronavírus foi identificado em investigação epidemiológica e
laboratorial, após a notificação de casos de pneumonia de causa desconhecida
entre dezembro/2019 e janeiro/2020, diagnosticados inicialmente na cidade
chinesa de Wuhan, capital da província de Hubei. Centenas de casos já foram
detectados na China. Outros casos importados foram registrados na Tailândia,
Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Vietnã, Cingapura, Arábia Saudita e Estados
Unidos da América; todos estiveram em Wuhan.

QUAL A ORIGEM DO SURTO ATUAL?
A origem ainda não está elucidada. Acredita-se que a fonte primária do
vírus seja em um mercado de frutos do mar e animais vivos em Wuhan.

OS CORONAVÍRUS PODEM SER TRANSMITIDOS DE ANIMAIS PARA
HUMANOS?

Sim. Investigações detalhadas descobriram que o SARS-CoV foi
transmitido de civetas (gatos selvagens) para humanos na China, em 2002, e o
MERS-CoV de dromedários para humanos na Arábia Saudita, em 2012. Porém,
existem vários coronavírus que causam infecção animal. Na maioria, infectam
apenas uma espécie ou algumas espécies intimamente relacionadas, como
morcegos, aves, porcos, macacos, gatos, cães e roedores, entre outros.

A TRANSMISSÃO DO CORONAVÍRUS ACONTECE ENTRE
HUMANOS?

Sim. Alguns coronavírus são capazes de infectar humanos e podem ser
transmitidos de pessoa a pessoa pelo ar (secreções aéreas do paciente
infectado) ou por contato pessoal com secreções contaminadas. Porém, outros
coronavírus não são transmitidos para humanos, sem que haja uma mutação.
Na maior parte dos casos, a transmissão é limitada e se dá por contato próximo,
ou seja, qualquer pessoa que cuidou do paciente, incluindo profissionais de
saúde ou membro da família; que tenha tido contato físico com o paciente; tenha
permanecido no mesmo local que o paciente doente.

QUAL É O PERÍODO DE INCUBAÇÃO DESTA NOVA VARIANTE DO
CORONAVÍRUS?

Ainda não há uma informação exata. Presume-se que o tempo de
exposição ao vírus e o início dos sintomas seja de até duas semanas.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS DE UMA PESSOA INFECTADA POR UM
CORONAVÍRUS?
Pode variar desde casos assintomáticos, casos de infecções de vias
aéreas superiores semelhante ao resfriado, até casos graves com pneumonia e
insuficiência respiratória aguda, com dificuldade respiratória. Crianças de pouca
idade, idosos e pacientes com baixa imunidade podem apresentar
manifestações mais
graves. No caso do 2019-nCov, ainda não há relato de infecção sintomática em
crianças ou adolescentes.

COMO OCORRE O CONTÁGIO E QUAL É A GRAVIDADE DO NOVO
CORONAVÍRUS?

Não se sabe até o momento. Alguns vírus de transmissão aérea são
altamente contagiosos, como o sarampo, enquanto outros são menos. Ainda
não está claro com que facilidade o 2019-nCoV é transmitido de pessoa para
pessoa. Até que tenhamos esta informação mais acurada, recomenda-se que as

precauções e isolamentos sejam adotados. Quanto à gravidade, devemos
acompanhar a evolução da epidemia. Pelos dados iniciais publicados, a
estimativa inicial é de que a letalidade seja em torno de 3% (26 mortes em 912
casos), inferior à do SARS-CoV e do MERS-CoV.

COMO É FEITA A CONFIRMAÇÃO DO DIAGNÓSTICO DO NOVO
CORONAVÍRUS?

Exames laboratoriais realizados por biologia molecular identificam o
material genético do vírus em secreções respiratórias.

EXISTE UM TRATAMENTO PARA O NOVO CORONAVÍRUS?
Não há um medicamento específico. Indica-se repouso e ingestão de
líquidos, além de medidas para aliviar os sintomas, como analgésicos e
antitérmicos. Nos casos de maior gravidade com pneumonia e insuficiência
respiratória, suplemento de oxigênio e mesmo ventilação mecânica podem ser
necessários.

COMO REDUZIR O RISCO DE INFECÇÃO PELO NOVO
CORONAVÍRUS?

 Evitar contato próximo com pessoas com infecções
respiratórias agudas;
 Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contato
direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente e antes de se
alimentar;
 Usar lenço descartável para higiene nasal;
 Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir;
 Evitar tocar nas mucosas dos olhos;
 Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
 Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres,
pratos, copos ou garrafas;
 Manter os ambientes bem ventilados;
 Evitar contato próximo com animais selvagens e animais
doentes em fazendas ou criações.

EXISTE UMA VACINA PARA O NOVO CORONAVÍRUS?

Como a doença é nova, não há vacina até o momento.

TOMEI A VACINA CONTRA A GRIPE. ESTOU PROTEGIDO CONTRA
O NOVO CORONAVÍRUS?

Não. A vacina da gripe protege somente contra o vírus influenza.

ESTÃO CONTRAINDICADAS AS VIAGENS PARA A CHINA E PARA
OS PAÍSES COM CASOS IMPORTADOS?
Com base nas informações atualmente disponíveis, a Organização
Mundial da Saúde (OMS) não recomenda restrição de viagens ou comércio.
Devemos acompanhar as recomendações, que são dinâmicas e podem mudar
de um dia para outro.

QUAL É A DEFINIÇÃO DE CASO SUSPEITO?

Febre acompanhada de sintomas respiratórios, além de atender a uma
das duas seguintes situações: ter viajado nos últimos 14 dias antes do início dos
sintomas para área de transmissão local (cidade de Wuhan) ou ter tido contato
próximo com um caso suspeito ou confirmado. Febre pode não estar presente
em casos de alguns pacientes, como idosos, imunocomprometidos ou que
tenham utilizado antitérmicos.

QUAL É A ORIENTAÇÃO DIANTE DA DETECÇÃO DE UM CASO
SUSPEITO?

Os casos suspeitos devem ser mantidos em isolamento enquanto houver
sinais e sintomas clínicos. Paciente deve utilizar máscara cirúrgica a partir do
momento da suspeita e ser mantido preferencialmente em quarto privativo.
Profissionais da saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato
e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de

proteção). Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de
secreções respiratórias, como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução
de escarro, deverá ser utilizada precaução por aerossóis, com uso de máscara
profissional PFF2 (N95). Estas são as recomendações atuais do Ministério da
Saúde.

O QUE E PANDEMIA?
O termo pandemia refere-se a uma situação em que a ocorrência de uma
determinada doença infecciosa não ocorre apenas em uma determinada
localidade, espalhando-se por diversos países e em mais de um continente, com
transmissão sustentada entre pessoas.

Ativivdade
1-Pesquise sobre vírus como agem, forma de vida, reprodução.....etc.
15 linhas

Bem vindos! BLOG EM FASE DE EXPERIÊNCIA

Sejam berm vindos

INGLES Atividades Suplementares Cidinha Liberato


CEJA Prof. Moreira Campos - Cidinha Liberato
Ativ. Suplementar – 8o. Ano – Unidades 3,4,5


1. Relacione as colunas e aprenda datas comemorativas em inglês.

(1) Easter
(2) New year day
(3) Christmas
(4) Halloween
(5) Independence day
(6) Mother's day
(7) Father's day
(8) Saint Valintine's day

( ) Dia dos pais
( ) Dia das mães
( ) Ano Novo
( ) Natal
( ) Páscoa
( ) Dia das bruxas
( ) Dia da Independência
( ) Dia de São valentim

2. Agora relacione cada data comemorativa à data em que é comemorada.

(1) January,01
(2) July,04
(3) October, 31
(4) May, ( second Sunday)
(5) AUGUST ( Second Sunday)
(6) MARCH
(7) February, 14
(8) December, 25

( ) Easter
( ) New year day
( ) Christmas
( ) Halloween
( ) Independence day (USA)
( ) Mother's day
( ) Father's day
( ) Saint Valintine's day

3. Responda em inglês.

a) When is Independence Day in Brazil? _____________________________________________
b) When is Carnival in Brazil? ______________________________________________________
c) Where were you born ? _________________________________________________________
d) When were you born? __________________________________________________________

4. Complete o diálogo usando as palavras do quadro abaixo.

HEADACHE STOMACHACHE TOOTHACHE DOCTOR DENTIST
What is the matter with you ?
I have _______________ and a _____________________________.
What is your advice to me ?
You should go to the _____________________________________








CEJA Prof. Moreira Campos
Ativ. Suplementar – 8o. Ano – Unidades 3,4,5


1. Relacione as colunas e aprenda datas comemorativas em inglês.

(1) Easter
(2) New year day
(3) Christmas
(4) Halloween
(5) Independence day
(6) Mother's day
(7) Father's day
(8) Saint Valintine's day

( ) Dia dos pais
( ) Dia das mães
( ) Ano Novo
( ) Natal
( ) Páscoa
( ) Dia das bruxas
( ) Dia da Independência
( ) Dia de São valentim

2. Agora relacione cada data comemorativa à data em que é comemorada.

(1) January,01
(2) July,04
(3) October, 31
(4) May, ( second Sunday)
(5) AUGUST ( Second Sunday)
(6) MARCH
(7) February, 14
(8) December, 25

( ) Easter
( ) New year day
( ) Christmas
( ) Halloween
( ) Independence day (USA)
( ) Mother's day
( ) Father's day
( ) Saint Valintine's day

3. Responda em inglês.

a) When is Independence Day in Brazil? _____________________________________________
b) When is Carnival in Brazil? ______________________________________________________
c) Where were you born ? _________________________________________________________
d) When were you born? __________________________________________________________

4. Complete o diálogo usando as palavras do quadro abaixo.

HEADACHE STOMACHACHE TOOTHACHE DOCTOR DENTIST
What is the matter with you ?
I have _______________ and a _____________________________.
What is your advice to me ?
You should go to the _____________________________________




CEJA Prof. Moreira Campos Atividades suplementares -6o. Ano – Unidades 3,4 e 5

1.Encontre os femininos dos substantivos listados abaixo , relacionando as colunas.
(1) FATHER
(2) SON
(3) HUSBAND
(4) BROTHER

( ) SISTER
( ) WIFE
( ) DAUGHTER
( ) MOTHER

2. Hoje é o aniversário de Roberta. Sua idade é a metade da idade do seu pai, o Sr. Pedro. Sua mãe , Tereza, é dezenove anos mais velha que a filha. Pedro tem 42 anos. Sabendo disso responda as questõe abaixo em inglês.

a) How old is Roberta? __________________________________________________________
b) How old is Pedro, Roberta's father?_______________________________________________
c) How old is Tereza, Roberta's mother? _____________________________________________
d) Somente o mais velho da família pegou o CORO vírus . Quem foi ?

3. Marque somente os itens corretos de acordo com o texto acima.

a) Today is Tereza's birthday. ( )
b) Today is Roberta's birthday. ( )
c) Today is Pedro's birthday. ( )

d) Pedro is forty-two years old. ( )
e) Tereza is forty-one years old. ( )
f) Roberta is twenty- two years old. ( )

3. Resolva as operações e escreva os resultados em inglês.

a) Seven + Eight = _____________
b) Nine – four = ________________
c) Three + Two = _______________
d) Seven – one = _______________
e) Ten+ six = __________________
f) Eleven + five = ______________
g) twenty- twelve= _____________

4. Complete a tabela abaixo com as formas do imperativo afirmativo e negativo dos verbos listados. Siga o modelo.

Infinitivo
Imperativo Afirmativo
Imperativo Negativo
To disturb - perturbar
Disturb - Perturbe
Don't disturb
To open - abrir


To walk- andar


To stop - parar




5. Estude o vocabulário e as informações seguintes sobre DEMONSTRATIVES paara respoder corretamente a questão.
Vocabulário:
NEAR = perto FAR = longe THIS = este , esta, , isto THAT= aquele, aquela, aquilo THERE = lá HERE= aqui

Complete com THIS _ THAT _ THESE or THOSE

a) ___________ cats are near. ( Estes gatos estão perto)
b) ___________ girls are there. ( Aquelas garotas estão ali)
c) ____________ chair is here. ( Esta cadeira está aqui)
d) ____________ trees are far. ( Aquelas árvores estão distantes)




Atividade Ingles - COVID19 por Cidinha Liberato

CEJA Professor Moreira Campos
Atividade de Compreensão Textual para o Ensino Médio
Test how much you know about the vírus ( COVID-19).
Teste o quanto você sabe sobre o vírus ( COVID-19)


Glossário:
Disease = doença
Coughing =tossindo (tosse)
Sneezing =espirrando (espirro)
Avoid = evitar


 Choose the correct answer. At the end of the test , you will find the answers.
Escolha a resposta correta. No Final do teste, você encontrará as respostas.
1.How is the coronavirus disease (COVID-19) transmitted?

(   ) Respiratory droplets through coughing and sneezing
(   ) Touching surfaces contaminated with the virus and then touching your face.
(   ) Both are correct.
 
2.Can I catch the coronavirus disease (COVID-19) from my pet?
(   ) Yes, I can.        (     ) Sometimes                       (      )  No, I can´t.
3.What are the best ways to protect yourself from catching the coronavirus disease (COVID-19)?

(    ) Wash hands frequently using soap and water or an alcohol-based hand rub.
(    ) Avoid close contact with anyone who has cold or flu-like symptoms.
(    ) Avoid touching your face.
(    ) All of them.

 
4.Who does the coronavirus disease (COVID-19) affect?
(    ) Only older people   (    ) Children       (      ) Everyone
 5. What percentage alcohol in hand rubs and disinfectants is needed to kill the coronavirus disease (COVID-19)?
(    ) 40%        (    ) 50%        (     ) 60%

6. Is there a vaccine or a specific medicine to prevent or treat the coronavirus disease (COVID-19)?
(    ) Yes                                    (    ) No


ANSWERS:
1.Both. The virus is transmitted through direct contact with respiratory droplets of an infected person (through coughing and sneezing), and by touching surfaces contaminated with the virus and then touching your mouth, nose, eyes.
2.No. There is no evidence to date that pets such as cats and dogs can spread the virus that causes COVID-19.
3.All of them. And we should all help limit the spread of the disease by seeking medical care early if we have symptoms (fever, cough, shortness of breath). We should stay at home while we have symptoms, avoiding going to public places to prevent spreading to others. Cough or sneeze into our elbow or tissue, dispose of used tissues immediately and wash your hands right after.
4. Everyone. People of all ages can be infected by the virus and should take precautions to protect themselves, washing hands often with soap and water. Older people, and anyone with pre-existing medical conditions (such as asthma, diabetes, heart disease among others) appear to be more vulnerable to becoming severely ill with the virus.
6. Hand sanitizer or alcohol rub to clean surfaces should contain at least 60% alcohol to be effective.
6. No. There are not yet any vaccines or specific medicines that can prevent or cure the virus. Scientists are working on developing a vaccine. However, it’s important to remember that many of the symptoms of the coronavirus disease (COVID-19) can be treated and getting early care from a healthcare provider can improve outcomes. Most patients recover with supportive care.
                          Adapted from :https://www.unicef.org/coronavirus/covid-19.Acessed on April,02 2020.

SOCIOLOGIA - Professor Afonso Quintas


A pandemia e abordagem sociológica
O tamanho da fragilidade da sociedade brasileira diante do coronavírus é o tamanho da sua crise do trabalho.
Os momentos de crise sempre evidenciam as questões latentes nas sociedades, elevando ao absurdo nossos problemas e suas complexidades.
Em uma pandemia, não surpreende que uma dessas questões seja exatamente o trabalho: central em relação ao convívio humano e às construções sociais, é sobre o trabalho (e, consequentemente, sobre o não-trabalho) que pesam questões relevantes. O drama que vivemos faz pensar os limites da medida de saúde pública consistente no isolamento e na quarentena se, para grande parte dos trabalhadores, a possibilidade de preservar a saúde é um luxo não “concedido” pelos seus empregadores.
Em um mercado de trabalho forjado a partir de raízes escravocratas e que delas não se desprendeu, fazendo com que a tutela pública da regulação do trabalho alcance, com eficácia desigual e estratificada em termos de gênero e raça, diferentes grupos de trabalhadores, as notícias sobre empregadas domésticas não contaminadas servindo empregadores comprovadamente contaminados pode até nos aviltar, mas não surpreende.
A ausência de previsão legal para um fenômeno tão excepcional (e a recém editada Lei nº 13.979/2020 fala menos do que seria necessário sobre as relações de trabalho sob o coronavírus) permite que diversas interpretações e leituras do ordenamento jurídico sejam colocadas na mesa para administrar a situação, sendo muitas delas arbitrárias e pouco razoáveis.
De quem é a responsabilidade pelo não trabalho em face da suspeita de contaminação do próprio trabalhador ou de outro trabalhador no ambiente de trabalho? De quem é a responsabilidade e o ônus da ausência de prestação de serviços se o trabalhador efetivamente testa positivo para o coronavírus? Quem arca com a perda financeira do não trabalho quando esse decorre não da contaminação do trabalhador ou de alguém no seu ambiente de trabalho, mas de um familiar idoso ou criança que não pode ser deixado sozinho na quarentena?
As perguntas colocadas para o Direito do Trabalho nesse momento estão sendo respondidas a partir dos conceitos, valores e matrizes ideológicas que permeiam a nossa ordem jurídica. Não haveria dúvida em responder, a partir da Constituição de 1988, do teor do art. 2º da CLT e do que dizem os instrumentos internacionais de direitos humanos trabalhistas, que é o empregador quem arca com os riscos da atividade econômica ou que ao menos os administra antes que o Poder Público construa caminhos coletivos para o a solução da crise.
Entretanto, tanto quanto esse olhar, recairão sobre o Direito do Trabalho, nesse singular momento, os olhares daqueles que só a partir de 2013 (com a Emenda Constitucional nº 72/2013) pensaram no trabalho doméstico em condições de igualdade com relação aos demais trabalhadores e que se acomodam, confortavelmente, na matriz escravocrata do trabalho reprodutivo desempenhado pelas mesmas mulheres negras que outrora o faziam na escravidão.
Também recairão sobre o Direito do Trabalho os olhares daqueles que entendem que o grande vilão das nossa condição de dependência econômica e do nosso subdesenvolvimento é o trabalhador, que apenas se favorece da generosa criação de empregos por parte do sofrido empresariado e não assume riscos, nem mesmo o de ser manter vivo numa pandemia; por quem entende que o trabalho feminino é mais caro que o masculino por força da gravidez e da licença maternidade, ignorando todo o trabalho não pago exercido por mulheres em seus lares (na guerra, na convalescença, na normalidade e na crise) e o quanto isso as vulnerabiliza na economia do tempo, na rotatividade no trabalho e na progressão salarial.
O discurso neoliberal, que artificialmente quer ignorar as condições sociais impostas a cada grupo por suas trajetórias históricas e seus marcadores de classe, raça e gênero, atribuindo a quem vive do trabalho uma pesada responsabilidade de “bem-suceder” em uma sociedade desigual, vê sua própria racionalidade de calças curtas: não é possível sobreviver ao coronavírus individualmente; não é possível fazê-lo coletivamente sem compromisso forte do Estado; não é possível sacrificar os mais frágeis nem mesmo por cínica indiferença, porque a exposição dos vulneráveis é a exposição de toda a sociedade.
E o que nos resta, então, além de um reforço da atuação estatal em matéria de saúde pública? A viabilidade das medidas de prevenção à generalização do contágio se deita necessariamente numa tela pública de proteção social chamada emprego, justamente aquele tão combatido pelo discurso da reforma trabalhista, pelas “novas” tecnologias e plataformas de recrutamento do trabalho humano, pelo disseminado discurso do empreendedorismo.
É ele, o emprego, que permite que pessoas fiquem em casa, sendo remuneradas e fazendo uso da tecnologia para submeter-se à direção empresarial remotamente. É justamente ele que assegurará que os contaminados ou suspeitos de contaminação tenham faltas justificadas (com remuneração e repouso) para não replicar o contágio comunitariamente. É ele que vai assegurar eventual acesso ao sistema previdenciário, se os afastamentos pela doença se prolongarem para além de 15 dias.
E emprego protegido é exatamente o que falta ao Brasil. A taxa de informalidade atinge hoje 41% da população, entre os quais se incluem trabalhadores por conta própria, que, essencialmente, seja por força de relações empregatícias fraudulentas/disfarçadas, seja pelo fato de ganharem a vida por conta própria, encontram-se desamparados de qualquer vínculo jurídico que garanta seus afastamentos por razões sociais ou de saúde, não acessando, na grande maioria dos casos, sistemas de proteção social básicos como o FGTS e o INSS.
Eu me refiro aos vendedores ambulantes, “flanelinhas”, trabalhadoras domésticas diaristas, manicures, motoristas e entregadores de aplicativos, cujo rendimento diário depende do trabalho e cujas ausências ao serviço, justificadas ou injustificadas, representam imediato prejuízo financeiro. 25 milhões de brasileiros se encontram nessa condição. Alijados do Direito do Trabalho, o custo para que essas pessoas adiram a recomendações de saúde pública reputadas essenciais pelas autoridades é o seu próprio sustento e sobrevivência.
Estamos falando dos nossos “ganhadores”: pessoas, predominantemente negras, que persistiram, desde o pós-escravidão, engajadas no trabalho informal por meio da atividade de ganho, porque não foram absorvidas pelas formas juridicamente tuteladas de trabalho nem foram inseridas socialmente de forma satisfatória para que pudessem a elas se habilitar. Esse segmento estrutural do nosso mercado de trabalho tem sido estudado pela literatura recente, sobretudo pelos estudos raciais, não como figura acidental nos momentos de crise, mas como marcador central do nosso mercado de trabalho que, em momentos de crise e em função do discurso neoliberal, tende a crescer, “engolindo” fatias do mercado de trabalho formal.
Algumas campanhas nas redes sociais tem fomentado que aqueles que contratam habitualmente os serviços desses sujeitos, por solidariedade, realizem o pagamento e dispensem o trabalho (e por consequência), o deslocamento urbano dessas pessoas.
Também algumas plataformas de aplicativos digitais, voluntariamente, tem sugerido uma “assistência financeira” aos trabalhadores quem não reconhecem como empregados (!) durante os períodos de afastamento por acometimento do coronavírus, garantindo aos consumidores que esses serão forçadamente desligados da plataforma se contaminados…
As contradições da nossa sociedade desigual se evidenciam quando o que é um autocuidado fundamental e uma conduta comunitária imperativa em uma pandemia se revela para uns como direito, para outros como favor, para outros como risco à sua subsistência.
O tamanho da fragilidade da sociedade brasileira diante do coronavírus é o tamanho da sua crise do trabalho. A solidariedade sempre é bem vinda e apenas sua lógica insurgente poderá nos fazer atravessar esse cenário.
Entretanto, as vísceras expostas do nosso mercado de trabalho e do desfazimento de nossa estrutura de regulação pública trabalhista requerem que a radicalização dessa solidariedade nos conduza, para além de sobreviver a essa crise, a repensar e reivindicar novas políticas de promoção do trabalho digno e protegido face ao iminente colapso da economia brasileira. 
RENATA QUEIROZ DUTRA – professora da Universidade de Brasília.


Questões para o aluno responder a partir da reflexão do texto.
  1. Quem trabalha para conter a crise e como trabalha?
  2. Qual será a sorte da classe que vive do trabalho quando não pode trabalhar?
  3. Como equacionamos as demandas produtivas diante das restrições ao trabalho vivo?



A vacinação e o sistema imunológico